viajando no virtual túnel sombrio que dentro dela havia.
No lado de fora estava o paraíso intangível da luz real da noite e do dia.
Montado no seu cavalo infernal quebrando ia,
o gelo forte de que o mais fraco às vezes desiste.
Montado no seu cavalo de fogo seguia,
de microscópio na cintura e telescópio em riste.
E nesta esgrima de imagens e palavras tortas,
combatia no seu cavalo montado,
umas vezes direito outras às cambalhotas,
umas vezes de frente outras vezes de lado.
gs